sábado, 18 de junho de 2016

(Re)Encontros

O problema é que nunca da para saber se estamos apenas revivendo lembranças, ou se isso se torna uma tentativa de recomeçar aquilo que ficou mal acabado um dia, mas essa é uma preocupação que eu decidi não ter. 
Eu sempre sou muito ansiosa, e imperativa, quero as coisas na hora e do meu jeito, e preciso entendê-las, senão nada funciona. Acredito que isso mudou em mim, assim como outras coisas também mudaram em você. Agora eu quero tranquilidade e paz, e aproveitar tais momentos, mesmo com a distância que se tornou entre eles. Eu parei de procurar e esperar ansiosamente por tudo. Hoje eu vou levando, um dia de cada vez, e quando o dia chega eu vou aproveitar o máximo que puder, como se ele fosse sempre o ultimo, e mesmo que nenhuma palavra saia de nossas bocas, eu sei que você entende e sente tudo o que se passa. É que palavras muitas vezes são efêmeras demais para explicar sentimentos.
Sua imprevisibilidade confunde mentes, funde Hds, não da para seguir uma coerência, um raciocínio, e isso é o que torna tão único. o que você faz comigo?
Te ver me faz querer te ver ainda mais, e antes isso me agoniava, pois eu queria mandar mensagem e dizer algo sobre isso, pois queria que fossem mais frequentes. Hoje eu espero os dias passagem, o mês mudar, sem expectativa, pois no fundo eu sei que logo você estará lá novamente. 
Parecemos tão distantes do que ja fomos um dia, mas algo ainda traz a gente para perto, passa um tempo e cá estamos de novo. Será que é isso que nos faz mudar? Ou o que nos impede de mudar completamente, a ponto de perder tudo isso? (Esse tudo, que ainda é pouco, mas é mais do que ja tivemos a pouco.)
Deixa, talvez seja melhor assim, mesmo eu não sabendo ao certo como lidar com tudo isso. Creio que não busco algo diferente. 
Sua personalidade me deixa sem saber o que dizer e sempre será assim.
Eu, Luana, falante, me torno muda

Nenhum comentário:

Postar um comentário